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Rosário Grou

Coordenadora do Espaço S, Divisão da Juventude.

A ligação à autarquia foi uma “feliz coincidência”, recorda. “Estava a passar o fim de semana em Cascais quando, ao ler o jornal, reparei que estava aberto um concurso para Técnicos Superiores de Serviço Social. Não hesitei, concorri. Entrei, em 1998, para o Serviço de Apoio à Pessoa com Deficiência”. Rosário Grou nasceu há 47 anos em Elvas.

Das terras alentejanas ficou o gosto pelo campo e pela gastronomia. Hoje, a responsável pelo Espaço S (de Saúde) da Geração C - serviço de apoio aos jovens dos 10 aos 24 anos, através de consultas de Planeamento Familiar, Psicologia e Nutrição - coordena uma equipa de dezasseis técnicos, médicos, enfermeiras, psicólogos e nutricionistas, da qual se orgulha pelos resultados alcançados. “A Divisão de Juventude é muito dinâmica, com uma forte aposta nos técnicos, na sua capacidade para desenvolver projetos”.
Considera que o seu percurso na Câmara tem sido muito positivo. Da Ação Social para a Educação, e depois a Juventude, permitiu-lhe “trabalhar em áreas de intervenção diferentes”. Reconhece que seria complicado se um dia constatasse que estivera “sempre no mesmo sítio, a fazer a mesma coisa.”

Uma grande mudança aconteceu aos 17 anos, quando viajou do Alentejo para Lisboa, para ingressar no Instituto de Serviço Social. Acabou por ficar na região e adora viver no concelho pelo “misto de terra e de mar e pela qualidade de vida, com respostas tanto a nível cultural como de tempo livre.”
Em 2006, decidiu, formar-se também em Psicologia - a que se seguiu o mestrado em Psicologia Clínica. Defendeu a tese “Terapia assistida com animais num caso de surdez” - estudo de caso com uma jovem surda-muda da CERCICA, experiência pioneira provou que este tipo de terapia tem resultados concretos.

Rosário realça que foi importante o apoio da Câmara através da bolsa de estudo. “Os trabalhadores-estudantes têm que, de alguma forma, devolver à autarquia esse investimento. Ter a perspetiva do serviço social e da psicologia é facilitador para o meu trabalho e para melhorar a qualidade de vida das pessoas.” Além disso, nunca esquece que “a essência do funcionário público é trabalhar em função do outro”.

Rosário Grou dedica o seu tempo livre à terapia com cães e aos treinos de obediência. É ainda professora no Instituto Superior Psicologia Aplicada: “Preciso de estar ligada ao mundo académico.
O contato com os jovens em processo formativo é desafiante e obriga a uma constante atualização”.
Gosta de mar e do contato com esta força da natureza e participa em regatas com amigos. Gosta de viajar, de ler, de ouvir música (principalmente Jazz), de estar com os outros mas precisa – diz- de espaços de silêncio, de solidão “talvez por ser filha única”.
Hoje sente-se globalmente motivada e não se imagina a trabalhar numa outra autarquia.

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