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Património Arqueológico | Grutas do Poço Velho

Coelhinho de osso polido. Grutas do Poço Velho. Nº Inv. PV.144

Enxó de pedra polida. Grutas do Poço Velho. Nº Inv. PV.10

Colar. Grutas do Poço Velho. Nº Inv. PV.159

Ponta de seta de sílex. Grutas do Poço Velho. Nº Inv. PV.78

Lâmina de sílex. Grutas do Poço Velho. Nº Inv. PV.95

Pequeno vaso de cerâmica. Grutas do Poço Velho. Nº Inv. PV.134

Recipiente cerâmico. Grutas do Poço Velho. Nº Inv. PV.174

Pequeno recipiente de osso polido. Grutas do Poço Velho. Nº Inv. PV.141

Fivela de cinturão. Grutas do Poço Velho. Nº Inv. PV.203
As grutas naturais do Poço Velho localizam-se na margem direita da Ribeira das Vinhas, a cerca de 500 metros da sua foz, na Praia da Ribeira, em plena vila de Cascais. Atualmente, o acesso à rede de galerias faz-se por duas entradas diferentes.
Em 1879, o geólogo Carlos Ribeiro (o “fundador” da arqueologia cascalense) explora pela primeira vez estas grutas, tendo detetado nos sedimentos que preenchiam o seu interior vestígios arqueológicos que vão desde o Paleolítico até à Antiguidade Tardia.
No entanto, a principal ocupação é de época neolítica e calcolítica (4º e 3º milénios a. C.) e corresponde à utilização da gruta como necrópole, tendo sido identificada mais de uma centena de enterramentos.
Entre 1945 e 1947, Abreu Nunes promove novas intervenções neste sítio arqueológico, então sob a gestão da Junta de Turismo de Cascais. Os trabalhos de escavação permitiram recolher um diversificado conjunto de espólio funerário, que inclui artefactos de pedra polida e lascada, artefactos votivos de calcário, placas de xisto decoradas, elementos de adorno e cerâmica.
As grutas naturais do Poço Velho localizam-se na margem direita da Ribeira das Vinhas, a cerca de 500 metros da sua foz, na Praia da Ribeira, em plena vila de Cascais. Atualmente, o acesso à rede de galerias faz-se por duas entradas diferentes.
Em 1879, o geólogo Carlos Ribeiro (o “fundador” da arqueologia cascalense) explora pela primeira vez estas grutas, tendo detetado nos sedimentos que preenchiam o seu interior vestígios arqueológicos que vão desde o Paleolítico até à Antiguidade Tardia.
No entanto, a principal ocupação é de época neolítica e calcolítica (4º e 3º milénios a. C.) e corresponde à utilização da gruta como necrópole, tendo sido identificada mais de uma centena de enterramentos.
Entre 1945 e 1947, Abreu Nunes promove novas intervenções neste sítio arqueológico, então sob a gestão da Junta de Turismo de Cascais. Os trabalhos de escavação permitiram recolher um diversificado conjunto de espólio funerário, que inclui artefactos de pedra polida e lascada, artefactos votivos de calcário, placas de xisto decoradas, elementos de adorno e cerâmica.

















