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“Carta de Cascais” coloca em rede arquivos históricos do município, de Portugal e do Brasil

A “Carta de Cascais” simboliza “a união dos acervos históricos de Portugal, Brasil e o município de Cascais”, adiantou o diretor do Arquivo Nacional do Brasil, na Casa Sommer, esta terça-feira, 4 de abril, no debate que abriu o ciclo de “Conversas no Arquivo”.
José Ricardo Marques considerou ainda que o Arquivo Municipal de Cascais é referência dentro e fora do país. Depois de visitar vários arquivos espalhados por Portugal e pelo mundo, o diretor do Arquivo Nacional do Brasil, disse estar “muito surpreso pela qualidade dos serviços e da infraestrutura. Sem qualquer dúvida, o Arquivo Municipal de Cascais faz parte não só da história, mas da vida do município e isso é muito importante”.
 
No debate, intitulado “Brasil e Portugal. Desafios das Políticas Nacionais de Arquivo” esteve também presente Pedro Penteado, diretor de Serviços de Arquivística e Normalização da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e Bibliotecas. “O Arquivo de Cascais é um dos arquivos de ponta no país pelo trabalho desenvolvido ao nível da gestão e disponibilização dos documentos e de toda a informação aos cidadãos”, realçou Pedro Penteado e destacou “a preocupação que a autarquia tem tido nos últimos anos para a salvaguarda do património”.
 
No primeiro debate do ciclo “Conversas no Arquivo” foram abordadas estratégias nacionais e brasileiras para a gestão dos arquivos dos dois países. “São sessões semestrais que vão trazer à Casa Sommer personalidades na área de arquivos, com o objetivo de refletir a arquivística contemporânea, cruzando-a com a identidade, a história e a memória local”, adianta João Miguel Henriques, moderador e chefe de Divisão de Arquivos, Bibliotecas e Património Histórico da Câmara de Cascais.
 
 

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