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Orçamento Participativo reabilita Casa do Alecrim













O Orçamento Participativo de Cascais voltou a contribuir para melhorar a qualidade de vida dos munícipes, desta vez, através da requalificação da Casa do Alecrim, da Associação Alzheimer Portugal. Uma intervenção que permitiu reabilitar o edifício, aumentando a eficiência energética do mesmo, e transformar as salas de atividades e zonas de lazer, de forma a proporcionar melhores condições e espaços mais ajustados para utentes, técnicos e familiares ligados a esta associação que apoia pessoas com demência.
“Com a ajuda da Câmara Municipal de Cascais, direção, e até das famílias, foi possível montarmos aqui uma casa que melhora, certamente, a vida das pessoas com demência e das suas famílias,” expressou Maria Fernanda Carrapatoso, proponente deste projeto que conquistou 2439 votos no Orçamento Participativo de 2021.
A inauguração da requalificação da Casa do Alecrim decorreu esta segunda-feira, 23 de março, contando com a presença de Nuno Piteira Lopes, presidente da Câmara Municipal de Cascais, que destacou o impacto do envolvimento da comunidade e da participação cívica:
“Isto demonstra bem aquilo que é, para mim, Cascais: um concelho de pessoas solidárias porque, ao votarem num projeto como este, da Casa do Alecrim, demonstram, precisamente, que ninguém fica para trás,” salientou o autarca.
Estiveram também presentes Luís Almeida Capão, vice-presidente da autarquia, Pedro Morais Soares e Frederico Nunes, vereadores, e Francisco Kreye, presidente da União de Freguesias Cascais e Estoril.
Mais um projeto que reforça o papel do Orçamento Participativo enquanto ferramenta de cidadania ativa, que permite aos munícipes propor e concretizar ideias que respondem às necessidades da comunidade.
Sobre a Casa do Alecrim
Inaugurada a 6 de janeiro de 2013, a Casa do Alecrim foi o primeiro Lar da Associação Alzheimer Portugal, e foi concebida exclusivamente para pessoas com demência. A sua missão resume-se a disponibilizar serviços individualizados e ajustados à realidade pessoal, familiar, social, psicossocial e situacional de cada utente, promovendo condições e projetos de vida centrados no respeito e dignidade pessoal.
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