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II Jornadas Portuguesas de Gastronomia: Cozinha Saloia - tradição, território e sustentabilidade (Março 2026)
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As II Jornadas vão-se realizar nos dias 26 e 27 de março de 2026, em parceria com a rede transnacional DIAITA, da Universidade de Coimbra, dedicadas ao tema Cozinha Saloia: tradição, território e sustentabilidade.
Com estas jornadas pretende-se debater o passado, presente e futuro da herança cultural e gastronómica de “Ser Saloio”.
Os trabalhos pretendem refletir sobre a importância de preservar as tradições gastronómicas, fundamentais para manter viva a identidade cultural do povo desta região. A comida reflete a sua história, valores e modos de vida, funcionando como um elo entre gerações e reforçando os laços familiares e comunitários.
Para além disso, a gastronomia saloia promove a diversidade cultural, apoia a economia local — nomeadamente através do turismo gastronómico — e contribui para a sustentabilidade, ao valorizar ingredientes e técnicas autênticas e ao combater a homogeneização global.
Local: Centro Cultural de Cascais
Inscrições: CLIQUE AQUI
CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS
Comissão Organizadora:
Cláudia Silva Mataloto (Câmara Municipal de Cascais | Cascais Food Lab)
Licenciada em Relações Públicas com uma pós-graduação em Comunicação de Marketing. Licenciada em Produção Alimentar em Restauração e mestre em Food Design pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril. Possui mais de 25 anos de experiência na área da comunicação empresarial em empresas nacionais e multinacionais. Desde 2006 que está ao serviço da Autarquia de Cascais, sendo coordenadora da área gastronómica, onde se destaca o Cascais Food Lab, um espaço no Mercado da Vila, dedicado à promoção e divulgação da gastronomia local e do mundo. Faz parte da rede de investigação DIAITA - Património Alimentar da Lusofonia, da Universidade de Coimbra. Em 2017, lançou o livro Receitas de Reis e Pescadores, e criou a marca «Fruta da Época», dirigida a todos os que valorizam uma alimentação saudável, desenvolvendo receitas e workshops. Criou a experiência sensorial «Raiz – Uma paisagem que se come» e publicou o livro “Da Natureza para a Mesa”.
João Miguel Henriques (Câmara Municipal de Cascais | Departamento de Arquivos, Bibliotecas e Património Histórico)
Licenciado em História, Pós-graduado em Ciências Documentais e Museologia, Mestre e Doutor em História Contemporânea. Diretor do Departamento de Arquivos, Bibliotecas e Património Histórico da Câmara Municipal de Cascais. Coordenou a reinstalação do Arquivo Histórico Municipal na Casa Sommer enquanto Centro de História Local, o Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal, o Guia Digital do Arquivo Histórico Municipal de Cascais, o Arquivo Histórico Digital de Cascais, o Repositório de Informação Digital de Cascais, a conceção do Museu da Vila, do Museu da Misericórdia de Cascais, do Museu dos Bombeiros de Alcabideche e do Centro de Interpretação do Espaço Rural de Cascais, as Rotas online do Património de Cascais, a gestão da Agenda Cultural de Cascais, o reforço das atividades de promoção do livro e da leitura na Rede de Bibliotecas Municipais de Cascais e a reformulação da Livraria Municipal de Cascais. Comissariou, ainda, diversas exposições sobre história e património de Cascais, temas acerca dos quais tem vasta obra publicada.

Inês de Ornellas e Castro (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa)
Professora da FCSH da Universidade Nova de Lisboa e Professora Convidada da Nova Medical School, colabora no doutoramento em Patrimónios Alimentares: Cultura e Identidades da Universidade da FLUC, integra a Comissão Executiva do Instituto de Estudos de Literatura e Tradição/FCSH-UNL e é co-coordenadora do projeto luso-brasileiro DIAITA: Património Alimentar da Lusofonia. Foi a primeira académica em Portugal a ter feito uma dissertação de mestrado (O livro de Cozinha de Apício. Um breviário da época imperial) e um doutoramento (De la tabledes dieux à la table des hommes. La symbolique de l’alimentation dans l’Antiquité romaine), ambos publicados, associados à história cultural da alimentação. Dirige a coleção Artes de Mesa na Editora Relógio D'Água. É autora de traduções latinas de textos clássicos e do Renascimento, de artigos sobre a história cultural do corpo e da alimentação, em particular tratados de medicina neolatinos dos séculos XVI e início do XVII e edição de textos do século XVIII sobre património alimentar.
- Valorização dos Produtos Regionais: Fomentar o uso e conhecimento dos produtos típicos de cada território, como vinhos, queijos, azeites, doces, pães e outros, promovendo a sua sustentabilidade e o fortalecimento da economia local;
- Inovação e Práticas Sustentáveis: Debater novas práticas gastronómicas que respeitem o meio ambiente, apresentando propostas de sustentabilidade e inovação alinhadas às tradições alimentares portuguesas;
- Preservação da Herança Gastronómica: Valorizar e registar receitas, ingredientes e métodos que representam a identidade cultural de Portugal, destacando a importância do património culinário nacional;
- Espaço de reflexão sobre as cozinhas do mundo: evidenciar a multiculturalidade de Cascais e do país, destacando as comunidades estrangeiras inseridas na sociedade, revelando as suas heranças culturais e gastronómicas;
- Formação e Consciencialização Gastronómica: Realizar palestras, oficinas e degustações para educar o público sobre a importância de uma alimentação equilibrada, respeitando a sazonalidade e a qualidade dos ingredientes;
- Interação e Cooperação: Proporcionar um ambiente de troca entre cozinheiros, produtores, estudantes e outros profissionais do setor, incentivando a partilha de conhecimento, a colaboração e o desenvolvimento de projetos em conjunto.









