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Cascais pronto para cenário que não se confirmou

Chuva acalmou ao início da noite. Equipas no terreno preparadas para tudo

O período previsivelmente mais crítico neste dia de chuvas intensas, não se confirmou. Ainda assim, garante Carlos Carreiras, as equipas no terreno estavam preparadas para reduzir os efeitos desta precipitação que, em alguns momentos, designadamente entre as 11h00 e as 13h00, ultrapassou largamente a precipitação verificada nas grandes inundações de 1983, desta vez “com consequências menos gravosas”, referiria ao inicio da noite o presidente da autarquia.

Esperava-se que o momento mais crítico ocorresse entre as 21h00 e as 23h00 e para isso Cascais preveniu-se. As equipas da Cascais Ambiente e Cascais Próxima posicionaram estrategicamente diversos equipamentos ao longo das margens da Ribeira das Vinhas, equipamentos que estavam preparados “para retirar material arrastados pela águas para evitar estrangulamentos” e a inundação descontrolada das margens. Carlos Carreiras refere ainda que uma “equipa da autarquia fez todo o trajeto da Ribeira das Vinhas, verificou algumas saídas do leito, que não provocaram estragos na margem” e as águas acabaram por ser escoadas para o leito. Para isso, garante o presidente da Câmara Municipal de Cascais, terão contribuído decididamente “as limpezas das margens que vem sendo feitas regularmente e o não permitir a construção junto às ribeiras”. Tudo isso, referiria o autarca, “é uma vantagem muito grande nestas situações de crise”.

O pior cenário acabaria por não se verificar fruto de, “ao contrário do que era esperado, ter havido uma diminuição da pluviosidade e também o facto da Barragem do rio da Mula ter conseguido comportar o acréscimo de água sem precisar de fazer descargas, que são automáticas”, esclareceu Carlos Carreiras.

Agora, com o recuo da preia-mar foi ultrapassada o período que se previa mais crítico e, entretanto, na baixa de Cascais “a situação ficou regularizada” adiantaria o presidenteda Câmara Municipal de Cascais, que deixaria o agradecimento a “todos os que estiveram envolvidos numa resposta rápida” destacando “Bombeiros, PSP, Polícia Municipal, serviços municipais de Proteção Civil, funcionários da Cascais ambiente e Cascais Próxima”.

O IPMA - Instituto Português do Mar e da Atmosfera atualizou, entretanto, para amarelo, o alerta para condições adversas na região de Lisboa e em quase todo o pais (exceto Alentejo e Algarve onde a precipitação intensa continua a fazer-se sentir). O alerta mantém-se para agitação marítima até às 09h00 de domingo com ondas de oeste/sudoeste de 4 a 5 metros. 

CMC/HC

 

 

Cascais Digital

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