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Forte de Santo António: Uma nova vida começa agora

A Câmara de Cascais vai finalmente poder travar a degradação do Forte de Santo António. Em protocolo que será assinado na próxima terça-feira, às 15h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, entre o Município e a Defesa Nacional. A Câmara de Cascais terá o prazo de um ano para limpar, dinamizar e garantir a integridade do imóvel.

“Não é ainda o acordo que ambicionamos, mas é o acordo possível. Este acordo não nos permite criar valor cultural e económico no Forte de Santo António, mas permite, pelo menos, que a Câmara de Cascais trave o inexplicável processo de degradação do Forte”, assinala Carlos Carreiras, o presidente da autarquia.

Em 2015, Cascais tinha assinado com o Governo um acordo que previa a passagem do imóvel para o município, abrindo um horizonte de possibilidades ao nível da recuperação histórica e dinamização cultural e económica. Nos últimos três anos, porém, este acordo ficou em stand-by.

Nos últimos meses foram dados passos substantivos com vista à assinatura de um novo acordo.

O texto estipula um contrato com um ano de duração, período dentro do qual a Câmara de Cascais fica responsável “desmatação”, “limpeza”, “segurança”, “manutenção” e “dinamização de atividades”, assim como desenvolver os projetos de recuperação e requalificação do edificado histori-patrimonial, assim como das funcionalidades futuras.

Findo esse ano de contrato, a Câmara de Cascais mantêm a intenção de desenvolver atividades no imóvel de forma permanente.

“Quantos mais anos o Forte estiver ao cuidado da CMC, mais anos ele será vivido pela comunidade e em boas condições”, garante Carlos Carreiras.

O autarca assume ainda a “inteira disponibilidade” para assinar com o Governo “acordos do mesmo género” incidindo sobre “todos os patrimónios do Estado no Concelho de Cascais”, alguns dos quais em estado de degradação ainda mais avançados. 

Com uma luz ao fundo do túnel depois de muitos anos de avanços e recuos, Carlos Carreiras agradece o envolvimento do Presidente da República, do Primeiro-Ministro, do Ministro da Defesa e do Secretário de Estado da Defesa, que contribuíram para se encontrar uma solução.

“Não posso, a bem da justiça e cortesia democrática, deixar de saudar o CDS-PP. Ao nível partidário, foi a principal força a apoiar esta causa e a apelar, explicitamente, ao envolvimento da autarquia numa solução para o Forte.”
 
Quando o primeiro dia do resto da vida do Forte de Santo António está cada vez mais perto, Carlos Carreiras lembra quem deu voz às velhas paredes do Forte: “sem o envolvimento da Comunicação Social, a quem agradeço, esta pequena, mas importante vitória não teria sido possível.”

 

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