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Semana do Município 2013 | Gala das Medalhas de Mérito | 7 de junho | 2130 | Praça 5 de Outubro

Dia 7 de junho, Dia do Município, Cascais celebra as suas gentes. Neste dia realiza-se por tradição a Gala das Medalhas de Mérito, momento de homenagem aos cidadãos e entidades que mais se destacaram nas suas áreas. Este ano o município atribui 11 medalhas em cinco categorias: Honra, Mérito Cultural, Mérito Empresarial, Solidariedade e Defesa da Natureza e do Meio Ambiente.

Com apresentação de Ricardo Carriço e Sofia Cerveira, a Gala vai destacar:

Medalha de Honra do Município de Cascais

  • Grupo Musical e Desportivo 31 de Janeiro Manique de Baixo
  • Sociedade Recreativa e Musical de Carcavelos
  • Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais
  • Troupe União 1º Dezembro Caparidense
  • Sociedade Musical União Paredense
  • Manuel João Carvalho, (título póstumo)

Medalha Municipal de Mérito Cultural

  • Prof. Jorge Miranda
  • Projazz

Medalha Municipal de Mérito Empresarial

  •  Irmãos Miranda, Lda.

Medalha Municipal de Solidariedade

  • Carlos Santos

Medalha Municipal de Defesa da Natureza e do Meio Ambiente

  • Associação Bandeira Azul da Europa

     

    Biografias dos homenageados na Gala das Medalhas de Mérito 2013

    Medalha de Mérito de Defesa da Natureza e do Meio Ambiente
    Associação Bandeira Azul da Europa

    Com 25 anos de existência, esta associação é uma das mais antigas e reputadas entidades de promoção ambiental. O seu trabalho, na identificação e valorização da zona litoral através da atribuição de Bandeiras Azuis, símbolo da qualidade, tem sido reconhecido em todo o país. Mais do que qualidade ambiental, as Bandeiras Azuis são símbolo da garantia de vários serviços e apoios indispensáveis ao usufruto pleno das praias, contribuindo igualmente para o respeito de todos por estes espaços. Cascais tem vindo a crescer neste sentido de qualidade, sendo 12 as praias que este ano foram distinguidas

    Medalha de Mérito e Solidariedade
    Carlos Alberto da Silva Santos

    Muitos conheceram Carlos Santos no papel de Médico de Família e de Coordenador da Unidade de Saúde de Alvide, cargo que desempenhou até 1996. A partir dessa altura, o atual diretor da Clínica do Poço Novo, especialista em estomatologia, alargou o seu trabalho para além da assistência, englobando também a formação pós graduada na Saúde Oral.
    Esteve na génese do Centro de Formação de Saúde, estrutura na qual Carlos Santos exerceu funções de docente desde o ano 2000. Também na área da formação pós graduada em Ortodontia, Carlos Santos participou na criação do “Instituto de Ortodontia do Poço Novo”. Em 2005, para uma diferente abordagem na prestação de cuidados e formação, Carlos Santos cria o Instituto Ciência e Saúde, passando, a partir de 2007, a acumular funções com a direção da Clínica do Poço Novo, em Cascais.
    Cidadão ativo e preocupado com o seu semelhante, Carlos Santos integra a Direção dos Bombeiros Voluntários de Cascais desde 2004. É também irmão da Santa Casa da Misericórdia de Cascais.

    Medalha de Mérito Empresarial
    Irmãos Miranda, Lda.

    Criada em 1986, conta já com mais de 20 anos de atividade. Na sua ação tem por base princípios-chave para o êxito empresarial como qualidade, design, eficiência, requinte, criatividade, inovação e experiência. Instalada na zona industrial de Manique, a Irmãos Miranda, Lda tem ao seu dispor uma moderna oficina, equipada com tecnologia avançada e orientada para a satisfação dos clientes, sendo que atualmente 30 por cento da sua produção segue para exportação.
    Representando uma mais-valia para os produtos made in Cascais, a Irmãos Miranda, Lda é um bom exemplo do empreendedorismo a nível local, potenciado a nível global e levando cada vez mais longe o nome da nossa terra.

    Medalha de Mérito Cultural
    Jorge Miranda

    Prestes a perfazer 77 anos – que completa neste mês junho – Jorge Miranda tem-se destacada ao longo da vida como um homem interessado pela vivência da sua terra. Entenda-se como sua terra não a divisão administrativa que conhecemos como concelhos, mas aquela onde nascei e trabalha: Cascais. E é o trabalho feito em Cascais que hoje nos compete destacar e homenagear pelo enorme contributo quer cultural, histórico ou académico com que nos tem brindado ao longo de várias décadas. Docente da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, onde lecionou várias disciplinas ligadas à história e cultura, Jorge Miranda iniciou-se no jornalismo em cascais, no então jornal “A Nossa Terra”, tendo depois integrado a redação do Jornal da Costa do Sol, do qual chegou a ser diretor.
    Presença assídua nos Cursos Internacionais de Verão de Cascais, Jorge Miranda é membro do Conselho de Fundadores da Fundação D. Luís I, presidente da assembleia geral da Associação Cultural de Cascais, que ajudou a fundar, tal como a Sociedade de Propaganda de Cascais de que é atualmente sócio.
    Conhecedor profundo da história do concelho, Jorge Miranda tem publicada uma obra que nos ajuda a compreender melhor o território de Cascais, desde os primórdios até aos dias de hoje.

    Projazz/DM – Produções
    Fundada a 1 de janeiro de 1989, a Projazz/DM – Produções tem contribuído para o enriquecimento cultural do concelho, particularmente na apresentação regular de nomes maiores do jazz internacional em Cascais. Duarte Mendonça, seu sócio fundador, trouxe para a Projazz/DM – Produções todo um capital cultural e de eventos jazzísticos. Iniciou-se no jazz em 1944 com 13 anos como audiófilo, melómano e colecionador de discos e livros, tendo adquirido o seu primeiro disco de 78 rpm em 1946, aos 15 anos. A sua carreira de produtor de jazz iniciou-se em 1974, na 4ª edição do então “Cascais Jazz”, com Luís Vilas Boas, tendo concebido e implementado em 1982 o festival “Jazz Num Dia de Verão” o qual, a partir de 1990 adquiriu a designação de “Estoril Jazz/Jazz Num Dia de Verão”.
    Integrado no programa mundial de eventos que assinalam o Dia Internacional do Jazz criado pela Unesco, o Estoril Jazz, organizado anualmente pela Projazz/DM – Produções, tem contribuído para apresentar ao público o maior número possível de grandes nomes do jazz, particularmente aqueles que nunca tenham atuado em Portugal e que no âmbito do Estoril jazz têm passado por Cascais ao longo de 32 edições deste festival.

    Medalha de Honra do Município de Cascais
    Grupo Musical e Desportivo 31 de Janeiro Manique de Baixo

    A história do Grupo Musical e Desportivo 31 de Janeiro Manique de Baixo, que comemorou o seu centenário este ano, começa por se chamar Grupo Recreativo de Bandolinistas 31 de Janeiro de Manique de Baixo. No anos 60, adota definitivamente o nome atual. Dos 100 anos da sua história, fazem partem inúmeras conquistas desportivas no futebol, ciclismo, atletismo, ténis de mesa e ginástica. Na atualidade, tem no Karaté diversos títulos regionais, nacionais e mundiais conquistados pelos atletas da instituição. A nível cultural, a realização de vários espetáculos, quer de teatro quer das célebres e tradicionais danças da Páscoa, juntaram as gentes da localidade em vários momentos de animação, sendo um caso exemplar de dedicação, trabalho e resistência das gentes de Manique.

    Sociedade Recreativa e Musical de Carcavelos (SRMC)
    Desenvolve desde 1901, ano da sua fundação, atividades nas áreas da música, teatro e dança, integrando uma Banda Filarmónica, uma Orquestra Ligeira, uma Escola de Música, o Coral Infantil de Carcavelos, o Teatro Infantil de Carcavelos (TIC) e um Grupo de Dança. Todas estas atividades são hoje desenvolvidas Salão Cultural da Sociedade Recreativa e Musical de Carcavelos que foi inaugurado na celebração do centenário da coletividade, em 2001. Para além dos ensaios, apresentações e concertos, o Salão Cultural é também local de exposições de diversos artistas e instituições do concelho de Cascais, o que o torna um espaço cultural aberto a toda a comunidade.
    Membro Honorário da Ordem de Mérito, título concedido em 2001 à Sociedade Recreativa e Musical de Carcavelos pela Presidência da República Portuguesa, esta coletividade destaca-se sobretudo pelo seu contributo ao longo de todos estes anos que lhe conferiu uma relevância incontornável na dinamização cultural da freguesia de Carcavelos e de todo o concelho de Cascais.

    Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais
    Fundada a 2 de fevereiro de 1886, então com a denominação de Sociedade Filarmónica Cascaense, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais conta hoje com 127 anos de história. Ao longo deste tempo, esta instituição humanitária sem fins lucrativos soube cumprir a sua finalidade principal, a proteção desinteressada de vidas e bens, mas também atividades no âmbito da cultura e recreio, desporto e saúde, prova de um ecletismo que só um grupo dedicado à sua terra é capaz de deter.
    Na resposta à emergência e socorro às populações, mantém ativo um corpo de bombeiros com 144 elementos, dos quais 69 estão no quadro ativo e uma frota operacional com 27 veículos. Na vertente do desporto e lazer, tem ao serviço uma piscina e dois ginásios frequentados desde a mais tenra idade e com capacidade para 400 pessoas. No que à cultura e entretenimento diz respeito, é o Grupo Cénico da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais a pedra angular. Fruto de um trabalho voluntário e 100 por cento amador, o Grupo Cénico promove a apresentação regular de peças no Teatro Gil Vicente. Até ao final de maio, por exemplo, esteve em cena a Revista à Portuguesa “Eles Andem Aí” que arrancou milhares de boas gargalhadas a quem teve a oportunidade de assistir.
    A herança de Joaquim Teotónio Segurado, nos idos de 1886, está hoje entregue nas mãos de Rui Rama da Silva, atual Presidente da Direção.

    Troupe União 1.º de Dezembro Caparidense
    Fundada em 1913, por vários ilustres de Caparide, tem desenvolvido um papel relevante no apoio da comunidade local, tanto na vertente cultural, como nas áreas desportiva e recreativa.
    Ao longo da sua existência sempre prestou um papel relevante à comunidade local e arredores com atividades da vertente cultural, desportiva e de lazer, participando em diversos  eventos relevantes para o Concelho. No campo social criou uma mutual para comparticipar nas despesas de saúde dos seus músicos.
    Com 196 sócios, tem no teatro – com o Grupo Cénico Caparidense Sénior e Júnior – e na escolinha de futebol, os seus pontos mais fortes. Esta instituição, localizada em S. Domingos de Rana, tem a sua sede num edifício antigo que foi construído pelos seus sócios entre Abril de 1929 e 1 de Dezembro de 1936 e requalificado em dezembro de 2012.
    Na vertente desportiva organizou diversos torneios de futebol, foi dinamizada a secção de Cicloturismo, hoje recordada com orgulho pelos seus praticantes.
    Na área de Lazer promoveu vários convívios com atividades diversas: Tiro, Ping-Pong, Pesca Desportiva, Chinquilho, etc, para além de projeção de filmes aos domingos.
    Na área educativa funcionou um ATL nos finais do século passado para as crianças da EB de Caparide, contribuindo para a sua formação cívica e social.
    Numa colaboração conjunta com a Câmara Municipal de Cascais, os documentos da Troupe União 1.º de Dezembro Caparidense foi depositado no Arquivo Histórico Municipal de Cascais, ao abrigo do Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal, e que pretende salvaguardar um valioso património cultural.

    Sociedade Musical União Paredense
    Fundada a 4 de março de 1899, fruto da vontade popular de ter uma fanfarra. Mais de duas dezenas de paredenses do final do século XIX tornaram o sonho realidade e criando condições para o ensino da música de forma transversal e abrangente, particularmente entre os jovens.
    Hoje a Sociedade Musical União Paredense é um verdadeiro caldeirão fervilhante de cultura, mantendo em funcionamento cinco seções que integram a banda filarmónica, escola de música, coro, teatro infantil, num total de 150 elementos com atividade regular e muitas apresentações ao público em concertos e espetáculos diversos.

    Manuel João Carvalho, título póstumo
    Nasceu a 10 de junho de 1943 em Vila Real, onde iniciou a sua vida desportiva como jogador de andebol. Depois de cumprir o serviço militar em Timor, com a patente de sargento-enfermeiro, especializa-se, como massagista na área desportiva. Em 1972, entra para o Grupo Dramático e Sportivo de Cascais onde permaneceu até 2002, exercendo a atividade de técnico massagista nas modalidades de hóquei em patins, râguebi, hóquei em campo e sala, corridas em patins, futebol.
    Para além de ter estado vários anos ao serviço do Grupo Dramático e Sportivo de Cascais, foi também massagista das Seleções Nacionais da Federação Portuguesa de Râguebi (1990 – 1999), das Seleções Nacionais da Federação de Patinagem de Portugal (1987-2006). Integrou o Gabinete Municipal de Apoio Médico Desportivo da Câmara Municipal de Cascais, no apoio aos atletas do concelho.
    Ao longo da sua carreira foi várias vezes distinguido pelo Grupo Dramático e Sportivo de Cascais. Foi ainda agraciado, com a Medalha de Bons Serviços no Desporto, pela República Portuguesa (1992), e com a medalha de Mérito Desportivo da Câmara Municipal de Cascais (2003).
    Até 2013, ano em a morte o afastou do palco de uma vida plena de dedicação e entrega para prosseguir o bem comum, Manuel João Pinto de Carvalho abraçou de corpo e alma todos os projetos com que se deparou. Faleceu a 21 de março de 2013.

     

 

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