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Uma noite para lembrar nas Festas do Mar

Diogo Piçarra, Miguel Gameiro & Pólo Norte, Carlota Ulrich, Latte e Romeu Bairos.

A Baía de Cascais voltou a encher-se de gente, música e emoção para mais uma noite de Festas do Mar. No terceiro dia do programa, foram milhares os que se juntaram junto ao mar para viver uma noite feita de grandes canções, reencontros e momentos que vão ficar na memória.

Romeu Bairos

A música começou no Palco Super Bock, com Romeu Bairos, que trouxe consigo a alma dos Açores até Cascais. Num concerto cheio de emoção, energia e boa disposição, o artista rapidamente conquistou o público e fez de cada pessoa presente parte do espetáculo.

Entre músicas, sorrisos e muita interação, cantou-se e dançou-se ao ritmo do cantor. A ligação com o público foi imediata e, por momentos, parecia que toda a Baía se tinha transformado numa grande celebração da música açoriana. Foi uma noite em que os Açores chegaram ao coração de Cascais.

Carlota Ulrich

No Palco Cascais, a tarde começou com Carlota Ulrich. Depois de, há um ano, ter conquistado o público no Palco Super Bock, a artista regressou às Festas do Mar para subir, desta vez, ao palco principal.

Perante uma Baía que começava já a encher, a artista voltou a mostrar porque é um dos nomes que Cascais tem acompanhado de perto. O concerto marcou mais um passo no percurso da artista e proporcionou um daqueles fins de tarde que se vivem com os olhos postos no palco e o mar como cenário.

A música de Cascais esteve também representada por Latte, artista cascalense que, tal como Carlota Ulrich, deu os seus primeiros grandes passos nas Festas do Mar. A sua presença reforçou uma das características mais especiais deste palco: a capacidade de dar espaço e visibilidade aos talentos que crescem na própria comunidade.

Miguel Gameiro & Pólo Norte

Com a noite já instalada sobre a Baía, chegaram Miguel Gameiro & Pólo Norte.

E com eles chegaram também as memórias.

Canção após canção, o público embarcou numa viagem pela história de uma banda que marcou várias gerações. Houve reencontros, sorrisos e milhares de vozes a cantar em conjunto. Cascais acompanhou cada tema, transformando a Baía num enorme coro.

O conjunto deu um verdadeiro abraço ao mar de gente das Festas do Mar. Um abraço feito de música, nostalgia e emoção, daqueles que nos fazem viajar no tempo e recordar momentos que continuam vivos através das canções.

Porque há músicas que atravessam gerações. E há noites que ficam para sempre.

Diogo Piçarra

Para fechar a noite, o Palco Cascais recebeu Diogo Piçarra.

O artista regressou às Festas do Mar e encontrou uma Baía completamente rendida à sua música. Ao longo do concerto, foram milhares as vozes que acompanharam cada canção, criando uma atmosfera de enorme proximidade entre o palco e o público.

Entre emoção, cumplicidade e muitos refrões cantados em uníssono, o cantor encerrou uma noite que já tinha sido marcada por diferentes gerações, diferentes estilos e uma mesma vontade: celebrar a música juntos.

E talvez seja precisamente isso que torna as Festas do Mar tão especiais. A capacidade de juntar pessoas, memórias e novas histórias no mesmo lugar, com o Atlântico como cenário.

Quando a última música terminou, ficou a sensação de que a noite tinha passado depressa demais. Porque, nas Festas do Mar, tudo o que é bom acaba depressa e esta foi, sem dúvida, uma noite para guardar.

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