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Medicamentos a metade do preço para famílias em dificuldades | Projeto Farmácias do Concelho de Cascais entra em vigor dia 13 de dezembro
De uma primeira experiência suportada em exclusivo pelas farmácias e que pelas suas características restringia a seis mil euros distribuídos na ajuda medicamentosa a 32 munícipes, o concelho de Cascais passa agora para uma resposta mais abrangente que envolve 30 farmácias aderentes, 15 organizações de intervenção social e um investimento inteiramente municipal de 60 mil euros.
“Cascais caminha a passos largos para ser um concelho modelo em Portugal, estando sempre ao lado dos menos favorecidos e ao lado da população”, realça João Silveira, representante das 30 farmácias parceiras da autarquia neste protocolo.
E, enquanto os apoios anteriormente prestados às 32 munícipes se irão manter na medida do necessário tendo em conta cada caso, o “Projeto Farmácias do Concelho de Cascais” permite alargar o apoio a um número de famílias largamente superior, mitigando as dificuldades em suportar despesas com medicamentos que passam a ser pagos em 50 por cento por esta ajuda municipal, a qual dispõe de um teto orçamental de 60 mil euros até final de 2013.
“Temos a felicidade de ter, em Cascais, um setor social muito forte. E temos a felicidade, também, de contar com parceiros dedicados e enérgicos numa das maiores lutas do nosso tempo: a luta pela dignidade na dificuldade”, salienta Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais.
Seguro de que este apoio “fará uma grande diferença na vida dos nossos concidadãos em situações de maior fragilidade”, o presidente da Câmara reconhece a importância do papel desempenhado em todo o processo pelos parceiros subscritores deste protocolo: “É a todos eles que agradecemos nesta hora que é de felicidade para a Câmara Municipal de Cascais.
O objetivo do “Projeto Farmácias do Concelho de Cascais” é garantir o acesso de famílias carenciadas à terapêutica estabelecida. De acordo com o enunciado no protocolo, a Câmara Municipal de Cascais comparticipará 50% do custo dos medicamentos suportado pelos munícipes com rendimentos mais baixos e que tenham sido, previamente, sinalizados pelas instituições sociais a quem, além da função de identificação das situações de risco, cabe o papel de encaminhamento para as farmácias parceiras.













