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Património Arqueológico | Subaquático

Ao longo da história, a costa de Cascais, porta privilegiada de acesso à cidade de Lisboa, testemunhou inúmeros naufrágios, que atestam a luta por vezes desigual entre o Homem e a Natureza.
O projeto da Carta Arqueológica Subaquática de Cascais (ProCASC) teve início em 2005 e foi pioneiro em Portugal, assumindo-se como base de dados e ferramenta de gestão do património subaquático, na qual foram georreferenciados todos os sítios arqueológicos identificados e os materiais recolhidos, fruto de achados fortuitos, de missões de prospeção ou de acompanhamento arqueológico de obras de construção civil. A agregação dessa informação e o seu cruzamento com fontes orais e documentais tem também permitido sistematizar e estabelecer medidas de proteção e valorização dos sítios arqueológicos identificados, bem como contribuir para o estudo da história do concelho.
A Carta Arqueológica Subaquática de Cascais constitui, assim, um roteiro da arqueologia e da história dos naufrágios, mas também o retrato da paisagem cultural marítima de uma costa que detêm evidências desde a época romana até ao presente, entre as quais constam, por exemplo, canhões, âncoras e instrumentos de navegação, mas também destroços de navios, parcialmente exibidas em exposição na sala Cascais na Rota dos Naufrágios do Museu do Mar Rei D. Carlos. Potencia igualmente a disponibilização de conhecimento numa plataforma interdisciplinar através de parcerias e apoios estabelecidos com diversas instituições, em prol de um objetivo comum: conhecer, valorizar, preservar e promover a fruição pública plena deste riquíssimo património.
 

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